Vídeo principal do mês
Storyboard cena a cena.
Lançamento ao Senado · 15 de Junho · 90 segundos. Oito cenas com tempo, ângulo, figurino e fala. Pronto pra entregar pro videomaker.
Gabrielly Barbosa Silva Favacho. Odontóloga. Mãe do José Valentino. Esposa do Acácio. Voz do MDB Mulher Amapá. Esse estúdio é seu, feito sob medida pra você gravar sem pressa, sem decorar, sem precisar virar outra pessoa.
Quem ela é
Tudo nesse site nasce da vida pública dela, das bandeiras dela e dos temas de junho.
Cirurgiã-dentista de formação. Profissão do cuidado, da escuta, do toque humano. Atende em Macapá, a única capital do Brasil cortada pela Linha do Equador.
Casada com Acácio da Silva Favacho Neto. Mãe do José Valentino (5 anos completados em maio). Mais de 10 anos juntos, já celebraram Bodas de Estanho.
Filha de uma mulher de fé e luta, que todos os dias remava pelo Rio Araguari para criar os filhos. Raiz amapaense autêntica, herdada pelo exemplo materno.
Voz do MDB Mulher do Amapá. Bandeiras próprias dela: Dignidade · Oportunidade · Saúde · Amparo. Quatro palavras escolhidas por ela na apresentação oficial.
6.800+ seguidores · 563 posts. Bio que define ela: "Exercite seu corpo, sua mente e seu espírito." Autocuidado integral é marca da voz dela.
Casamento no Santuário Nossa Senhora de Fátima em Macapá. Fé que aparece na escolha de palavras: "presente que Deus me concedeu", "Deus nos confiou a missão".
O MDB Mulher Amapá lançou o curso "Basta! Uma Política Segura para Mulheres" , iniciativa para fortalecer mulheres contra a violência política. Bandeira ativa.
Na apresentação dela: "Eu sou mãe do José Valentino. Esposa do Acácio. Faço parte do MDB. Mas antes de tudo isso, sou uma mulher do Amapá."
Galeria de Referência





Discurso oficial dela
Esse é o discurso real, dito por ela em vídeo institucional do MDB Mulher Amapá. É o ponto de partida. Toda autoapresentação nas gravações de junho deve começar dessa raiz.
@mulhermdbamapa · Discurso oficial 2025
Frases reais dela
Todos os textos para fala seguem o ritmo das frases que Gabrielly já escreveu, para você reconhecer o próprio jeito de falar.
"O que me move é simples: saber que por trás de cada demanda existe uma família esperando por uma resposta."
Post @gabrielly_barbosa"Eu sou mãe do José Valentino, esposa do Acácio e faço parte do MDB. Mas antes de tudo isso, sou uma mulher do Amapá."
Discurso MDB Mulher"Quando uma mulher conhece seus direitos, ela transforma não só a si mesma, mas a sociedade inteira."
Discurso MDB Mulher"Somos maioria no Brasil. Mas seguimos sendo minoria na política."
Discurso MDB Mulher"Minha mãe sempre foi um exemplo. Todos os dias remava pelo Rio Araguari para nos dar o melhor."
Post 70 anos da mãe"Exercite seu corpo, sua mente e seu espírito."
Bio Instagram · manifesto pessoal"Dignidade. Oportunidade. Saúde. Amparo."
Bandeiras MDB Mulher AP"Deus nos confiou a missão mais linda."
Sobre José Valentino · 5 anos"Basta! Uma política segura para mulheres."
Curso MDB Mulher AP · iniciativa realAntes de cada gravação, releia isso. Tudo no site segue esse DNA. Se algo aqui não soa como você, ajusta. O dono da voz é você.
As 4 palavras-âncora dela
Dignidade · Oportunidade · Saúde · Amparo
Palavras escolhidas pela própria Gabrielly na apresentação oficial ao MDB Mulher Amapá.
Agenda de Junho
Cada pauta aqui dentro nasceu de um dia real da agenda. Você fala antes, durante ou depois. O timing é seu.
Pacote visual
Cada capa já vem com a frase-bordão aplicada. Toca na imagem pra abrir. Baixa pra subir no Reels.
As 8 Pautas de Junho
Cada pauta reúne contexto, dados do Amapá, perguntas de preparação, quatro versões de texto para fala, frases de apoio, sugestão de figurino e mini-carrossel de 4 slides. Você escolhe o caminho e adapta tudo ao seu jeito.


Roteiro guiado · Pauta 01
Gabrielly, essa é a sua pauta de abertura do mês. O vídeo manifesto. Você olha pra câmera, respira, e se apresenta com as palavras que já são suas: "Sou mãe do José Valentino, esposa do Acácio, faço parte do MDB. Mas antes de tudo isso, eu sou uma mulher do Amapá." Esse vídeo é o seu cartão de visita do mês. Tudo depois dele parte daqui. Ativa as suas 4 bandeiras: Dignidade, Oportunidade, Saúde, Amparo.
Eu sou Gabrielly Favacho.
Mãe, esposa, faço parte do MDB.
Mas antes de tudo, eu sou uma mulher do Amapá.
Eu sou Gabrielly Favacho. Mãe do José Valentino. Esposa do Acácio. Faço parte do MDB.
Mas antes de tudo isso, eu sou uma mulher do Amapá.
E as minhas bandeiras são quatro. Dignidade. Oportunidade. Saúde. Amparo.
Quatro palavras que resumem o que a mulher amapaense precisa hoje.
Eu sou Gabrielly Favacho. Sou mãe do José Valentino, esposa do Acácio e faço parte do MDB.
Mas antes de tudo isso, eu sou uma mulher do Amapá.
E hoje eu quero te contar uma coisa que eu acredito de verdade. Quando uma mulher conhece seus direitos, ela transforma não só a si mesma, mas a sociedade inteira.
Por isso eu estou aqui. Pra falar com você de mulher pra mulher. Sem palanque. Sem pose.
As minhas bandeiras são quatro. Dignidade. Oportunidade. Saúde. Amparo. Quatro palavras que eu escolhi porque elas resumem o que a mulher do Amapá precisa hoje.
Somos maioria no Brasil. Mas seguimos sendo minoria na política. E eu vim aqui pra ajudar a mudar essa conta.
(Olha pra câmera. Respira. Sorri sem pressa.)
Eu queria me apresentar pra você. Sem pressa. Sem roteiro pronto.
O meu nome é Gabrielly. Gabrielly Favacho. Sou odontóloga de formação. Sou mãe do José Valentino, que tem cinco anos e é a coisa mais linda que Deus já me deu. Sou esposa do Acácio, há mais de dez anos. E faço parte do MDB Mulher Amapá.
Mas se você me perguntar, antes de tudo isso, eu sou uma mulher do Amapá. É daqui que eu venho. É daqui que eu falo.
E o que me move é simples. Saber que por trás de cada demanda existe uma família esperando por uma resposta.
Por isso eu escolhi quatro palavras pra resumir o que eu defendo. Dignidade. Oportunidade. Saúde. Amparo. São as quatro coisas que toda mulher amapaense precisa. E são as quatro bandeiras que eu vou carregar.
Somos maioria no Brasil. Mas seguimos sendo minoria na política. Quando uma mulher conhece seus direitos, ela transforma a sociedade inteira.
Vamos juntas.


Roteiro guiado · Pauta 02
Gabrielly, hoje o tema é telemedicina. Você é odontóloga. Você sabe o que é olhar pra dentro da boca de alguém e ver história de vida ali. Aqui você ativa a palavra-âncora Saúde. Aqui você conecta com aquela frase sua: "por trás de cada demanda existe uma família esperando por uma resposta". Telemedicina é essa resposta chegando. É a mãe ribeirinha que não precisa mais escolher entre cuidar do filho e cuidar de si.
Mãe que adoece sozinha não pede ajuda. Aguenta.
A telemedicina chega exatamente nessa mulher.
36 especialidades. Direto pra casa.
A mulher do Amapá sempre soube se virar. Sempre.
Mas tem coisa que não é se virar. É política pública funcionando.
Telemedicina é isso. 36 especialidades médicas no celular, no tablet, na sala de casa.
Mãe ribeirinha não precisa mais escolher entre o filho e a própria saúde.
Eu sou odontóloga. Eu sei o que é olhar nos olhos de uma mãe que adiou o próprio cuidado pra ano que vem porque o filho precisava de algo agora.
Essa mulher existe em Macapá, existe em Oiapoque, existe em Laranjal do Jari. Ela é a maioria.
A telemedicina no Amapá mudou essa conta. 36 especialidades chegando direto na casa dela. Cardiologia, ginecologia, pediatria, psicologia. Tudo sem pegar um barco, sem deixar filho com a vizinha.
E olha um dado que me dói. Só em Macapá, são 90 novos casos de câncer de colo de útero por ano. 70 de mama. Diagnóstico precoce salva.
Hoje o médico chega até ela. E isso é cuidar de verdade.
Eu quero falar uma coisa de mulher pra mulher.
A gente tem o costume de deixar a própria saúde por último. Primeiro o filho, depois o marido, depois a mãe, depois a vizinha. Quando sobra tempo, a gente vai no médico. Quase nunca sobra.
Mas tem uma novidade no Amapá que mudou esse jogo. Telemedicina. 36 especialidades disponíveis pra qualquer mulher do estado, em qualquer município, sem precisar viajar.
Pensa numa mãe ribeirinha em Bailique. Pensa numa mulher em Pracuúba. Antes, uma consulta era um dia inteiro de barco. Hoje, é uma chamada de vídeo, uma receita digital, e ela continua perto dos filhos.
Câncer de mama mata. Câncer de colo de útero mata. E mata mais quem não consegue chegar no médico a tempo. Agora o médico chega antes.
Mulher do Amapá, faz uma promessa hoje. Marca essa consulta. Você merece ser cuidada do mesmo jeito que cuida de todo mundo.


Roteiro guiado · Pauta 03
Gabrielly, Corpus Christi é uma data de fé. Você casou no Santuário Nossa Senhora de Fátima. Você escreveu sobre o José Valentino que "Deus nos confiou a missão mais linda". Aqui você ativa o terceiro pilar da sua bio: espírito. "Exercite seu corpo, sua mente e seu espírito" , palavras suas. Agora você fala disso publicamente, com o tom íntimo de quem realmente reza.
Corpus Christi é dia de parar. De respirar. De agradecer.
Que a sua casa hoje seja mesa cheia, abraço apertado, alma em paz.
A fé da mulher do Amapá não está só na igreja. Está no quintal, na cozinha, no berço.
Está na oração silenciosa que a gente faz antes de dormir.
Hoje é Corpus Christi. Dia de lembrar que ninguém constrói nada sozinho.
Que a sua casa esteja cheia de propósito. E que o seu coração descanse.
Eu queria falar com você, mulher do Amapá, sobre uma coisa que a gente quase não fala em voz alta.
A fé.
A fé que sustenta quando o marido viaja. A fé que sustenta quando o filho tem febre de madrugada. A fé que sustenta quando o salário não fecha o mês mas a mesa continua posta.
Hoje é Corpus Christi. A gente é um povo de fé. Católico, evangélico, do terreiro. Cada um do seu jeito, mas todo mundo entendendo a mesma coisa: existe algo maior cuidando da gente.
Eu sou mãe. Eu sou esposa. Eu sou mulher. E todo dia eu entrego a minha família nas mãos de Deus. Porque eu sou inteligente o suficiente pra saber que sozinha eu não dou conta.
Que hoje a sua casa esteja em paz.
(Voz baixa. Sem trilha sonora.)
Tem dia que pesa. Tem dia que o José Valentino acorda chorando, o Acácio está em Brasília, o telefone toca cinco vezes antes do café, e eu olho pro espelho e penso: como é que eu vou dar conta?
E é nessa hora que eu paro. Respiro. E lembro que eu não preciso dar conta sozinha.
A minha fé não me tira o cansaço. Mas me dá motivo pra continuar. A minha fé não resolve tudo. Mas me lembra que tem propósito em tudo.
E eu sei que você também tem uma fé assim. De mãe que reza no fogão. De avó que benze de longe. De mulher que segura a casa e ainda agradece no fim do dia.
Hoje é Corpus Christi. Eu queria que essa data fosse um abraço em você. Você merece descanso. Você merece ser cuidada.
Que a sua casa esteja em bênção.


Roteiro guiado · Pauta 04
Gabrielly, Dia Mundial do Meio Ambiente. Sua mãe remava pelo Rio Araguari pra criar os filhos. Esse rio existe. Essa floresta existe. E o José Valentino está crescendo dentro dela. Aqui você fala da Amazônia como história de família. Sua mãe protegeu remando. Você protege falando. O José vai proteger crescendo. Três gerações de mulheres do Amapá dentro da mesma floresta.
A Amazônia, pra mim, não é causa.
É a casa onde meu filho dorme.
Quem mora aqui protege porque ama.
O mundo inteiro fala da Amazônia hoje. E todo mundo fala como se fosse problema.
Aqui no Amapá, a Amazônia é solução. É chão. É comida. É a água que a gente bebe.
73% do estado é área protegida. A gente aprendeu a viver junto com a floresta, não em cima dela.
Esse é o conhecimento que o Brasil precisa escutar.
Eu queria que o mundo escutasse uma mãe amazônida hoje. Só uma vez. Sem intermediário.
A Amazônia não é uma causa pra gente. É o quintal. É a escola do meu filho. É o ar que ele respira.
O Amapá é um estado onde 73% do território é área protegida. Não foi sorte. Foi escolha. Foi as mulheres ribeirinhas dizendo "aqui não desmata". Foi as mulheres indígenas ensinando "aqui se planta com a lua". Foi as mulheres quilombolas guardando semente de geração em geração.
A minha mãe remava pelo Rio Araguari. Ela já protegia, sem chamar isso de proteção. Era vida.
A gente protege a Amazônia porque conhece. Não porque é bonito no Instagram.
Hoje é Dia Mundial do Meio Ambiente. E pra quem mora no Amapá, é diferente.
Eu acordo todo dia em Macapá. A única capital do Brasil cortada pela Linha do Equador. O sol nasce aqui em dois hemisférios ao mesmo tempo.
O José Valentino vai crescer ouvindo o barulho do rio. Vai conhecer a pororoca. Vai entender que a floresta não é cenário. É vizinha. É família.
A minha mãe remava pelo Araguari pra criar a gente. Ela já era guardiã, antes da palavra existir. Hoje eu sou a voz. Amanhã o José vai ser a herança.
Três gerações de mulheres do Amapá dentro da mesma floresta.
O mundo precisa parar de querer salvar a Amazônia de longe. E começar a escutar quem mora dentro dela.
Mulher do Amapá, hoje a gente é a voz da floresta. E essa voz vem com força.


Roteiro guiado · Pauta 05
Gabrielly, 17h Plenária do MDB Afro na Pedro Lazarino. As suas 4 palavras-âncora se aplicam todas aqui: Dignidade, Oportunidade, Saúde, Amparo. Você já escreveu publicamente: "Somos maioria no Brasil. Mas seguimos sendo minoria na política." Use essa frase. Ela é sua. As mulheres negras do Amapá não precisam de ensino. Precisam de palco. Reconhece. Amplifica. Passa o microfone.
Quase 70% do Amapá é negro. Mas a política daqui ainda não reflete isso.
O MDB Mulher Afro está mudando essa conta.
A mulher negra do Amapá sustentou comunidade muito antes de existir partido.
Sustentou no Marabaixo. Sustentou no batuque. Sustentou na cozinha que alimentava a quadra inteira.
Hoje, ela está chegando na política formal. E ela não chega pra aprender. Chega pra ensinar.
Eu queria que vocês escutassem um número comigo. Quase 70% da população do Amapá é negra. Quase 70%.
Agora pensa nas câmaras municipais. Nas assembleias. Quantas mulheres negras você vê?
Somos maioria no Brasil. Mas seguimos sendo minoria na política. Essa conta não fecha.
O MDB Mulher Afro existe pra resolver isso. Não com cota simbólica. Com formação real, com base nas comunidades.
Essas mulheres não vieram aprender liderança. Elas lideram desde sempre. Vieram ocupar o espaço que sempre foi delas.
Mulher negra do Amapá, a sua hora chegou. E o MDB chegou junto.
(Tom firme, olhos no centro da câmera.)
Antes de eu falar, lembra das mulheres negras que moldaram a sua vida. A vó. A vizinha. A professora. A liderança comunitária. Aquela tia que sempre sabia o que fazer.
Lembrou? Agora pensa em quantas dessas mulheres ocupam cargo público hoje.
O Amapá é um dos estados mais negros do Brasil. Mas a nossa política não conta essa história direito. E isso é uma dívida.
Quando uma mulher conhece seus direitos, ela transforma não só a si mesma, mas a sociedade inteira. E o MDB Mulher Afro está construindo essa ponte.
Não estamos chegando como salvadoras de ninguém. Estamos chegando como irmãs. Pra somar força. Pra construir junto. Pra que a próxima geração de mulheres negras já cresça vendo gente que parece com elas decidindo o futuro do estado.
Mulher do Amapá: a sua voz transforma. E nós estamos aqui pra amplificar.


Roteiro guiado · Pauta 06
Gabrielly, Namorados. Vocês passaram das Bodas de Estanho (10 anos). Você já escreveu: "Mais um ano de amor, felicidade, cumplicidade e parceria. Meu marido, presente que Deus me concedeu pra toda a vida." Agora a gente puxa esse mesmo sentimento, mas você é a que fala. Sem politizar. Pura verdade.
Amar um homem público é amar com saudade no calendário.
Mas amar ele é a parte fácil. Acácio, eu te amo.
O Dia dos Namorados, na minha casa, raramente é no dia 12.
Às vezes a gente comemora no 11. Às vezes no 14. Às vezes só quando ele consegue voltar de Brasília.
E a gente aprendeu uma coisa: amor de verdade não tem dia certo. Tem presença. Tem escolha.
Acácio, hoje, ontem, amanhã. É você.
Quando eu conheci o Acácio, ele me avisou. Você está namorando um homem que pertence a um estado inteiro. Pensa bem.
Eu pensei. E fiquei.
Hoje eu sei o que aquilo significava. Significa o domingo que ele não consegue almoçar em casa. Significa a ligação às onze da noite pra ouvir a voz do José Valentino antes do menino dormir.
Mas significa também a forma como ele olha pra gente quando volta. Como se a gente fosse o motivo de tudo. Porque é.
Pra toda mulher amapaense que tem marido viajando: eu sei. Eu te entendo. Sustentar lar não é fraqueza. É a força mais bonita que existe.
(Sorri devagar.)
Eu queria contar pra vocês como é amar o Acácio.
Não o Acácio deputado. O Acácio homem. O que esquece a chave em cima da geladeira. O que ri alto demais quando o José Valentino faz alguma graça. O que liga de Brasília pra perguntar se a gente jantou.
Esse Acácio é o que eu casei. E é por esse que eu fiquei.
A política veio junto com ele. E eu sabia. Mas ninguém me preparou pro tanto que a política tira do tempo da gente.
Mas eu também não sabia o quanto eu ia me orgulhar. De ver ele subir naquela tribuna. De saber que cada lei que ele assina, alguém lá no Oiapoque vai ser tocado por ela.
Acácio, eu te amo. Hoje, amanhã, e em todos os dias que a vida deixar.
E pra toda mulher do Amapá que sustenta lar: hoje o dia também é seu. Você não está sozinha.


Roteiro guiado · Pauta 07
Gabrielly, esse é O dia. Lançamento oficial Senado. Você fala como esposa, mãe, mulher que conhece o Acácio da Silva Favacho Neto melhor que qualquer cabo eleitoral. Ative sua frase-bandeira: "Por trás de cada demanda existe uma família esperando por uma resposta." Use ela. O Amapá vai entender.
Hoje eu entrego pro Amapá o homem que eu amo.
Acácio Favacho. Senador. Esse é o caminho.
Tem decisão de vida que a gente toma sozinha. E tem decisão que a gente toma com a família inteira.
A pré-candidatura do Acácio ao Senado foi a segunda.
Eu disse sim. O José Valentino disse sim do jeito dele. A nossa família inteira disse sim com orgulho.
Amapá, agora a decisão é sua.
Eu queria estar olhando nos olhos de cada amapaense agora.
Hoje, dia 15 de junho, o Acácio lança oficialmente a pré-candidatura ao Senado. Eu vivi cada dia desse mandato. Eu vi a entrega.
607 proposições. R$ 297 milhões em entregas auditadas em 16 municípios. PEC 47 beneficiando 30 mil servidores. Habita Amapá. Telemedicina. Mas não é o número que me convence. É o caráter.
Por trás de cada demanda existe uma família esperando por uma resposta. Essa é a frase que me move. E é a frase que move ele.
Amapá, eu confio nele. E confio em você. Vamos juntos.
(Olha firme. Sorri com confiança.)
Amapá, eu queria conversar com vocês de mulher pra mulher, de mãe pra mãe, de coração pra coração.
Hoje a gente está marcando o início de uma caminhada nova. E eu, como esposa, como mãe, como mulher que conhece esse homem por dentro, queria assinar embaixo dessa decisão.
Eu não venho aqui vender produto. Eu venho aqui contar verdade.
O Acácio não dorme bem quando uma cidade do Amapá fica sem luz. Ele acorda às 5h pra ler emenda parlamentar. Ele atende ligação de prefeito do interior no domingo. Ele guarda foto de criança atendida no Instituto na carteira. Esse é o homem.
E é esse homem que eu estou pedindo pra vocês confiarem agora. Não porque é meu marido. Porque é o melhor representante que o Amapá pode ter.
O Brasil decide a Amazônia em 2026. O Amapá decide o Brasil. Eu confio em vocês. Vamos juntos.


Roteiro guiado · Pauta 08
Gabrielly, fechando Junho com a alma do povo. São João, São Pedro, quadrilha, fogueira. Aqui é leveza. É a Gabrielly descontraída. Você fala como mãe que ensina o José Valentino que cultura não é folclore. É raiz. Sua mãe te ensinou no Araguari. Você ensina o José no quintal. A fé popular passa de mão em mão.
São João no Amapá não é festa. É memória do povo.
É o vizinho que cozinha. É a criança que dança.
Eu cresci ouvindo música de festa junina antes de saber andar.
E hoje eu vejo o José Valentino aprendendo a dançar quadrilha do mesmo jeito.
São João é a festa do povo. Não tem patrocínio que substitua. É comunidade na rua. É fé na fogueira.
Amapá, viva São João.
Tem coisas que só quem é do norte entende.
A festa junina no Amapá não é o que aparece na TV. É o que acontece no quintal da casa da vó. É o quitute que a tia trouxe. É a quadrilha que sai improvisada às 22h. É o São Pedro pescador honrado pelos ribeirinhos.
Eu olho pro José Valentino aprendendo a cantar "olha pro céu meu amor" e penso: ele está sendo formado por algo maior. Por uma fé que veio da minha mãe, dos meus avós, e vai chegar nele inteira.
Mulher do Amapá, esse mês de junho é seu. Aproveita com quem você ama.
(Tom leve. Sorrisão.)
Junho no Amapá é um mês mágico. Sério.
A casa começa a ter cheiro de milho cozido. As crianças aparecem com vestido de chita. O vizinho avisa que vai botar fogueira na frente. Ninguém precisa de festa de palanque pra entender que tem festa acontecendo.
Eu sou suspeita pra falar de junho. Eu amo. Amo desde criança, da época que minha mãe fazia pamonha em casa.
Mas o que mais me toca hoje, como mãe, é ver o José Valentino entrando nessa cultura. Ele ainda é pequeno. Mas já bate palma quando ouve forró. Já entende que a fogueira é sagrada.
São João dia 24. São Pedro dia 29. Duas datas que param o Amapá. E não é folclore. É fé popular.
Pra toda mulher amapaense que está preparando comida pra festa, costurando vestido pra filho, organizando quadrilha no bairro: o seu trabalho é cultura. E cultura é resistência.
Viva São João. Viva São Pedro. Viva o Amapá.
Vídeo principal do mês
Lançamento ao Senado · 15 de Junho · 90 segundos. Oito cenas com tempo, ângulo, figurino e fala. Pronto pra entregar pro videomaker.
Bônus · Trilha de campanha
Forró romântico moderno do norte. Voz feminina, acordeom, zabumba. Carrega as bandeiras dela: Dignidade · Oportunidade · Saúde · Amparo. Pra tocar em Reels, eventos, carro de som.